sexta-feira, 5 de outubro de 2012

OpenGL e Glut no Code::Blocks e Linux

Começar a programar no linux com C + + e OpenGL é facil se você estiver usando o IDE Code :: Blocks.
apos instalar o Code::Blocks.

Instale alguns pacotes e como eu uso o Manjaro linux eu uso o comando a baixo que deve funcionar no Arch linux também.

$sudo pacman -Syu

$ sudo pacman -S freeglut mesa mesa-demos openal glew xterm


Agora abra o Code::Block e click em "Arquivo-> New-> Project" Isto irá abrir a seguinte tela:



Para um projeto simples click em "OpenGL projeto" e depois em "Go".
Na próxima tela coloque um nome e defina a localização de seu projeto continue com o "Next >".



Pronto vc tem um projeto OpenGL.

 
E relação a GLUT
click em "Arquivo-> New-> Project" Isto irá abrir aquela janela novamente. O gora você vai selecionar "GLUT project" e click em "Go" depois em "Next >" coloque um nome e defina a localização de seu projeto, e click em "Next >" agora coloque /usr no campo de localização.


Clique em "Next >" e depois em "Next >".
Você tem um projeto proto para desenvolver OpenGL e GLUT.




quarta-feira, 3 de outubro de 2012

MINICONTO - Cristalina como as lágrimas - Carlos Relva

Começaram os procedimentos automáticos para aterrissagem no planeta
alienígena. Treze anos, uma longa viagem! 
Sempre vivi nesta nave, desde que nasci, confinada na cúpula branca que é o
meu mundo. Um mundo bem simples: um teto abobadado com luz central, que
passa a noção de dia e noite, e um chão circular e liso, suficiente apenas
para que eu possa caminhar e me exercitar. 
Nunca tive permissão de tirar meu traje branco almofadado, que está ligado a
dois tubos. Um me nutre e o outro recolhe os meus dejetos. Por isso, não sei
como é meu corpo. Mas tenho uma vaga ideia, devido às formas do traje. 
Também fico imaginando como é a Terra. Sei que é azul e rodeada de água. Os
áudios-aulas me ensinaram sobre isso. Assim como me ensinaram a falar e ter
noção das cores, auxiliados pela luz no alto da cúpula que pode adquirir
várias tonalidades. 
Meus pais? Só conheço suas vozes. A de mamãe é carinhosa e triste... 
Nas transmissões, eles dizem que me amam e que estou fazendo algo muito
importante. Mas não podem falar a respeito... 
Muitas vezes chorei. Principalmente quando descobri que as outras meninas
têm uma vida bem diferente da minha. Quando choro, inclino a cabeça para que
as lágrimas caiam no visor e as observo enquanto são absorvidas pelo traje.
As lágrimas são tudo o que conheço de mim. Antes pensava que meu corpo era
formado por elas. 
Perguntei a mamãe como poderia definir as lágrimas. Não tinha uma
referência. "Cristalinas", ela respondeu hesitante. Papai não gostou do que
ela fez. Disse que referenciais são perigosos. 
Mas, por quê? 
Minha nave acaba de pousar e pela primeira vez a cúpula se abre. 
Sou recepcionada por alienígenas altos, com inúmeras pernas, finas e
alongadas. Seus corpos são vítreos e duros, como o visor do meu traje, e
amarronzados. Líquidos verdes fluem dentro deles. 
Os alienígenas me mostram como se alimentam. Com os tubos em seus troncos
sugam criaturinhas azuis que são submersas no líquido esverdeado. Elas
gritam e se debatem, enquanto são lentamente decompostas. Também vejo como
nascem famintos, devoram suas próprias mães e irmãos mais fracos. E quando
já velhos e enfraquecidos fogem inutilmente de outros mais jovens que querem
desmembrá-los, para que morram rapidamente... 
Tudo é novidade para mim. Tudo é belo e maravilhoso. 
- Você é diferente - fala um dos alienígenas na minha mente, acho que de
forma telepática. - Há tempos, outros de vocês vieram nos visitar.
Imploravam ajuda para seu mundo. Mas ficaram horrorizados com o que viram
aqui. Tentaram dissimular, mas seus pensamentos eram claros: achavam-nos
monstros! Alguns de nós, envergonhados e ofendidos, acabaram por matá-los.
Mas vejo que vocês aprenderam a lição e agora nos vêm com outros olhos. 
Diz que vão nos ajudar. Pergunto no que, mas a resposta é complicada demais
para mim. 
Retorno ansiosa para a nave, acredito ter ganho o direito de conhecer meu
próprio corpo. Apressadamente me dispo, enquanto penso na longa viagem de
volta. Verei a Terra com meus próprios olhos! Ela é azul, mas essa ideia me
parece estranha. Afinal, se a Terra é rodeada de água, como a que brota de
meus olhos, não deveria ser cristalina como as lágrimas? 
Estou desnuda. Oh! Então é assim que eu sou...

sábado, 15 de setembro de 2012

Instalando software do AUR no Manjaro Linux

Entre no terminal como root use os comandos a baixo:
# pacman -S base-devel fakeroot git 
#  pacman -Sy yaourt packer 
Isso fara a instalação dos pacotes para você usarmos a AUR.
Agora saia do root e entre no seu usuário habitual, e vamos sincronizar os repositores, com os comandos:
$ yaourt -Syu 
$ packer -Syu 
Pronto. Agora vamos instalar alguma coisa!

Bom você devem ter notado que não tem uma versam do Google-Chrome para o Manjaro. mas vocês sabiam que ele pode ser instalado pelo AUR! vamos instalar o Google-Chrome no Manjaro agora.

Primeiro vamos pesquisar se existe o pacote do Google-Chrome no AUR.
Ainda com seu usuário comum, use o comando:
$ yaourt -Ss Google-Chrome 
Que ira retorna:
aur/google-chrome 21.0.1180.89-1 [installed] (797)
    An attempt at creating a safer, faster, and more stable browser (Stable Channel)
aur/google-chrome-beta 22.0.1229.56-1 (622)
    An attempt at creating a safer, faster, and more stable browser (Beta Channel)
aur/google-chrome-dev 23.0.1262.0-1 (1261)
    An attempt at creating a safer, faster, and more stable browser (Dev Channel)
Note que você tem 3 opções para instalar.

Se você quiser instalar a versam comum use o comando:

$ yaourt -S google-chrome 

ou

$ packer -S google-chrome 

Se quiser a versam Beta:

$ yaourt -S google-chrome-beta 

ou

$ packer -S google-chrome-beta 
Se quiser a versam de desenvolvimento use:

$ yaourt -S google-chrome-dev 

ou

$ packer -S google-chrome-dev 
https://arquivobinario.wordpress.com 

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Colocando o Manjaro linux em português

Como root use um editor de texto para abrir o arquivo:

/etc/locale.conf

Agora altere o LANG = para ficar igual ao que esta aqui embaixo:


LANG=pt_BR.utf8
Salve e saia.
Abra agora o arquivo:

/etc/environment

faça o mesmo com o  LANG =
Salve e saia.
Abra o arquivo:

/etc/locale.gen

E descomentei as entradas pt_BR!

Salve e saia.

Agora recrie suas localidades com o comando:
$sudo locale-gen